Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 12/04/2020
Com a chegada da indústria e as modificações sociais que ele trouxe,as famílias perderam parte do tempo que era destinado a educação dos filhos, transferindo para as instituições e até mesmo a outras pessoas,o que reduziu a educação moral e sexual, pois trouxe falhas na transmissão de valores, ao deixar de ensinar que a vida sexual dos adolescentes exige responsabilidade e sua falta traz prejuízos e consequências, ocorrendo que um grande números de jovens adquirem conhecimento sobre sexo na prática se expondo a DSTs e a gravidez precoce.
Além de tudo, o ministério da saúde deveria fazer campanhas de divulgação dos métodos contraceptivos que são ofertados na redes públicas de saúde e, abrir canal por meios da internet que informe os jovens sobre o uso correto de camisinhas e anticoncepcional a fim de que os jovens fiquem mais informados sobre sua vida sexual, se tornando mais conscientes sobre gravidez precoce e demais DSTs.
Registre-se que, no Brasil cerca de 83% da adolescentes que são mães precocemente não estudam e nem trabalham conforme pesquisas realizadas pelos órgãos competentes em 2013.O MEC precisa criar mais programas sociais,pois a gravidez na adolescência tem o índice de maior de ocorrência na classes menos favorecidas e menos esclarecidas nas famílias mais humildes e menos informadas.
Conclui-se, portanto, que a presença da família com esclarecimento do assunto, junto aos seus filhos, a ampliação das políticas governamentais sobre a gravidez precoce, acompanhada com educação e trabalho, certamente diminuiria tanto a gravidez precoce quanto as DSTs.
nome: Sophia Ferreira Dias Araújo - 8ªcm