Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 17/04/2020
Pamela Villaruel mora na Argentina, na cidade de Leones, ela possui apenas 17 anos, mas com essa idade já tem sete filhos, de três pais diferentes. Esse caso, apesar de não uma ser de brasileira, acontece com muitas adolescêntes no Brasil, que são obrigadas a abandonar a escola ou faculdade e, às vezes, não recebem apoio nem do pai do bebê.
Os número de casos de adolescêntes que engravidaram, no Brasil, supera a média da América Latina e do mundo. Enquanto a média mundial é de 46 casos a cada mil adolescêntes e a da América Latina de 65,5, a média do Brasil é de 68,4 a cada mil, de acordo com dados da OMS. Assim, torna-se evidente o excessivo número de casos de gravidez na adolescência.
A gravidez precoce pode causa uma chance maior do bebê nascer prematuro, isso faz com que ele tenha mais chance de nascer com algum problema. Além de causar possíveis problemas para o bebê, a gravidez precoce causa problemas para a mãe, que geralmente é obrigada a abandonar a escola ou faculdade, tudo isso devido a uma desinformação por parte dos pais, dado que, com as informações corretas, saberiam como evitar a gravidez indesejada. Dessa maneira, percebe-se a relação direta da desinformação da população com a gravidez na adolescência.
Portanto, o problema abordado necessita soluções. O Governo deve realizar campanhas a fim de informar a população sobre os métodos contraceptivos e a gravidez precoce, para que ela esteja informada e possa evitar a gravidez indesejada. Dessa forma, os casos de adolescêntes que engravidaram irá diminuir.