Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 15/04/2020

A taxa de gravidez na adolescência no Brasil é muito elevada, a cada grupo de mil jovens do sexo feminino na faixa etária entre 15 e 19 anos, apresenta-se 62 adolescentes grávidas. O índice é maior que a taxa mundial, que corresponde a 44 adolescentes grávidas para cada grupo de mil, essa taxa se dá, à inexistência da educação sexual nas escolas.

Por falta desse entendimento, as meninas engravidam, em sua maioria, pela ausência de preservativos no ato sexual, e após isso, não tomam diariamente os anticoncepcionais, fazendo o uso incorreto do medicamento. Algumas acham que é preciso tomar apenas um dia para fazer efeito, como diz uma garota de 14 anos que está grávida de 5 meses, no  programa “Profissão Repórter 06/12/2017 Gravidez na adolescência”.

Após o nascimento do bebê, muitas mães passam pelo preconceito de ter uma gravidez precoce, e largam os estudos por causa da vergonha e pela grande responsabilidade que é ter um filho, tornando-se difícil conseguir um emprego, pois não terminaram o Ensino Médio ou não tem uma graduação. Em alguns dos casos, os respectivos pais dos bebês, deixam suas companheiras por não entenderem de suas responsabilidades paternas. Em outros, a própria família lhes abandona, deixando-as sozinhas.

Outro problema enfrentado por essas jovens, é o preconceito das pessoas em lhes empregar, pois no pensamento delas, a gravidez precoce é associado à irresponsabilidade, provocando uma desconfiança em relação a elas.

Para resolver esses problemas, podemos iniciar com projetos nas escolas para introduzir a educação sexual, para que os jovens aprendam a se preservar e se cuidar quando tiverem os atos sexuais. Também é importante que tenham projetos que proporcione uma base adequada ás grávidas, para que não tenham dificuldades em se manter e manter o(s) filho(s).