Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/04/2020

É notável que em países subdesenvolvidos e emergentes, e que  existe um alto índice de gravidez na adolescência, por exemplo no Brasil, que possui uma taxa de 68,4 nascimentos até mil meninas entre 15 e 19 anos, consideravelmente maior que a média mundial, que é de 46 nascidos. Portanto, podemos concluir que a gravidez precoce é um retrato da realidade no Brasil e que traz diversos prejuízos aos jovens.

Um lugar fácil de encontrar situações de gravidez precoce são as comunidades, onde não há indicadores sociais altos e informação. Esses fatores levam os jovens a errar, uma vez que sempre estão em festas desde cedo, onde, geralmente, eles se envolvem em relações sexuais sem a consciência e proteção adequada, o que leva a gravidez precoce. Assim, concluímos que a falta de informação é um fator importante para o Brasil possuir um índice alto de gravidez juvenil.

Vale ressaltar também que essa falta de informação pode trazer inúmeras consequências ao jovem além da gravidez. Seriam elas: consequências físicas como a pré-eclâmpsia, uma vez que o corpo não está completamente desenvolvido, psicológicas, como a depressão pós-parto, e socioeconômicas, já que seria necessário largar os estudos para cuidar do bebê, prejudicando futuramente a economia do país. Enfim, concluímos que os adolescentes não estão preparados para a gravidez de várias formas.

Diante disso, percebemos que o problema da gravidez na adolescência pode ser maior do que se pensa, já que pode tomar grandes proporções. Para reduzir a incidência desse problema, o governo pode melhorar a distribuição de contraceptivos e torná-los mais acessíveis para evitar a gravidez, juntamente à escola e família, que precisam orientar seus filhos e alunos nessa fase da vida, para que eles tenham consciência do que fazer na hora de ter relações sexuais.