Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 17/04/2020

De acordo com a ONU, a taxa de fecundidade no Brasil entre meninas de 15 a 19 anos é de 62 a cada mil bebês nascidos vivos, acima da média mundial que é de 44 a cada mil.

Com isso, é possível reparar que pode ter diversos motivos, geralmente, gravidez na adolescência, no Brasil, vem de meninas que querem engravidar ou do “acidente”. Desde motivos como vergonha de ter a liberdade de conversar com seus pais ou a falta de conhecimento dos métodos contraceptivos. Porém a gravidez precoce causa riscos à saúde da mãe e do bebê, tendo  grandes  complicações  de saúde e correr o risco de morte.

Muitas mulheres afirmam não utilizar a camisinha por objeção do menino ou, por terem um relacionamento com um único homem e, por isso, não veem a necessidade do uso de métodos anticoncepcionais. Além disso, entre os adolescentes, é comum o pensamento de que uma gestação nunca aconteceria com eles. Esse pensamento, também contribui para a não adesão de métodos contraceptivos.

As escolas deveriam reforçar o estudo dos anticoncepcionais, além de apresentar os problemas que causarão na vida delas(es).  A mídia deveria propagar o conhecimento, divulgando o projeto do reforço da escola e as atitudes diárias dos governos. As meninas, representando individuo, se não estão dispostas a engravidar devem cuidar de suas próprias atitudes, usar os metódos contraceptivos oferecidos e estar sempre alerta.