Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 16/04/2020
Desde algum tempo, muitos jovens não tomam o devido cuidado em relação ao uso de preservativos sexuais, mesmo depois de inúmeras campanhas para o uso dos mesmos. Além disso, devido à gravidez inesperada, esses adolescentes acabam por não ter a maturidade ideal para zelar da criança. Diante desses fatos, é perceptível que a gravidez na adolescência pode ser um grande problema.
Sem a maturidade necessária para cuidar do bebê, há o abandono infantil. Esse abandono ocorre geralmente na frente de abrigos, orfanatos ou de casas de outras pessoas. Há também o aborto situação que antes mesmo de nascer, ainda na forma de feto é expulso pelo corpo. Com esses dois fatores a gravidez na adolescência pode se tornar algo de extrema irresponsabilidade por parte dos pais.
Ademais, no Brasil, 18% das crianças nascidas a cada ano são de pais de indivíduos entre 15 e 19 anos, representando 400 mil bebês. Isso é um grande número, mesmo que alguns jovens com essa idade queiram ter um filho para criar. Ainda verificou-se que, em 2016, apesar de 9 de 10 jovens saberem da importância do uso de preservativos, 6 de cada 10 não usaram-os durante ato sexual.
Diante disso, é possível afirmar que a gravidez na adolescência é uma grave problemática e que deve ser combatida com agilidade. Sendo assim, é imprescindível que o governo atue na criação de campanhas em prol do uso de preservativos, apresentando os efeitos de tal gravidez. Também é importante que as escolas conscientizem seus alunos, principalmente aqueles que estão na faixa etária de 14 a 19 anos, o que uma gravidez indesejada pode acarretar, fazendo assim as taxas de gravidez indesejadas decair.