Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/04/2020

A gravidez na adolescência é um problema comum não só no Brasil, mas também em outros países. Segundo dados de 2011, houve cerca de 2,9 milhões de nascimentos no país, sendo 27 mil de garotas com a idade entre 10 e 14 anos e 533 mil de garotas com idade entre 15 e 19 anos. Diante disso, percebe-se que essa problemática precisa ser discutida e combatida pela sociedade e pelo Estado.

A falta de informação é a principal causa da gravidez prematura. Por mais que os jovens tenham conhecimento sobre a existência de métodos contraceptivos, a maioria não sabe prevenir-se da maneira adequada. De acordo com um relatório de 2010 divulgado por um órgão ligado à UNO, cerca de 12% das adolescentes entre 15 e 19 anos tinham pelo menos um filho. Dito isso, podemos afirmar que esse problema precisa ser resolvido imediatamente.

Além disso, a gravidez na adolescência causa risco a saúde da mãe do bebê, tanto física quanto psicológica, já que, segundo um estudo da EERP, as mães adolescentes tem um grande chance de adquirirem depressão pós-parto em comparação as mães de idade adulta. Também tem um impacto socioeconômico, já que muitas grávidas abandonam os estudos e apresentam maior dificuldade para conseguir emprego. Portanto, encontrar soluções para essa problemática é um desafio que precisa ser enfrentado pela população.

Visto isso, como a gravidez na adolescência é uma problemática que precisa ser discutida e combatida pela sociedade e pelo Estado, o governo deve incentivar campanhas e projetos de concientização contra a gravidez precoce. Por outro lado, a mídia deve divulgar textos e vídeos informativos sobre o assunto. Dessa forma, se todas as ações citadas anteriormente forem executadas da maneira correta, os índices de gravidez na adolescência poderão diminuir no Brasil.