Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 16/04/2020

No Brasil, por volta do final do século XIX, as famílias tinham muitos filhos. Com a urbanização e o êxodo rural, as condições de vida nas cidades melhoraram devido a evolução industrial, tecnológica o que foi positivo. Mais tarde, no final do século XX, as taxas de fecundidade diminuíram, em razão de novos métodos contraceptivos e maior divulgação de medidas preventivas. Mesmo assim, as jovens  engravidam e continuam tendo filhos precocemente trazendo mais preocupações ás famílias e problemas para sociedade.

A falta de comunicação com os familiares é uma das principais causas da gravidez na adolescência. Os adolescentes, em geral, se sentem em uma situação embaraçosa quando conversam com seus pais sobre o temas sexuais. Assim, optam por ignorá-los e buscar o prazer ao invés da consciência sobre possíveis consequências. Obviamente terão o apoio familiar na chegada do bebê, no entanto, a intimidade com a família do outro parceiro da relação, geralmente, poderá não ser agradável o que pode prejudicar os laços familiares. Assim, uma decisão equivocada pode ser penosa.

Além disso, o procedimento de conscientização é essencial para que esses problemas não venham a tona. Felizmente, são criados e aprimorados novos métodos anticoncepcionais, mas a disseminação dessas informações não tem surtido efeito. A mídia que deveria falar sobre esse processo para redução da taxa de nascimentos a partir de jovens, explora, ás vezes, alguns assuntos de menor importância com mais firmeza. Desse modo, os adolescentes não conseguem ter as informações para entender a grandeza e gravidade dessa questão.

Sendo assim, mesmo com as inovações contraceptivas, as jovens engravidam e preocupam suas famílias. Dessa forma, é necessário que as famílias discutam com os mais jovens sobre a gravidez para maior conhecimento deles e a mídia busque divulgar com mais afinco as formas de prevenção e as consequências da gravidez precoce.