Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 21/07/2020
A Gravidez na adolescência no Brasil tem apresentado aumento significativo nos últimos anos. Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a taxa de gravidez na adolescência no Brasil ultrapassou a média mundial de 44 a cada mil bebês nascidos vivos. Com isso, pode-se analisar que essa problemática persiste pela desinformação social sobre relações sexuais e contraceptivos.
No entanto, estudos afirmam que a gravidez na adolescência, em sua maioria, são sucedidas pela falta de comunicação familiar sobre o assunto. Portanto, a falta de informação sobre relações sexuais, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis e afins, interferem negativamente na vida de diversos adolescentes. Logo, cabe principalmente, aos familiares o auxílio sobre esse problema.
É certo que a gravidez na adolescência provoca não só implicações sociais como também consequências diretas na vida materna. Portanto, problemas como: IST´s (infecções sexualmente transmissíveis), aumento na taxa de mortalidade infantil, HPV, evasão escolar, entre outros, se torna mais comum na vida das mães adolescentes. Publicado Instituto (Ipea), 76% das adolescentes que engravidam abandonam a escola, possuem dificuldade de serem admitidas em trabalhos remunerados e de terem autonomia.
Diante do exposto, conclui-se que medidas são necessárias para a solução do problema. Cabe ao estado incentivar a criação de projetos para serem desenvolvidos em escolas ou à domicílio a qual promova, palestras e debates, que envolvam a família, a respeito desse tema. Desse modo o senso comum e a prevenção do problema de gestação na adolescência diminuiria. Medidas de erradicação são necessárias para que este problema não cause mais transtornos sociais e pessoais.