Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 31/07/2020

No filme “Juno”, de 2017, a protagonista “Juno Macguff”- uma estudante de 16 anos- após ter uma relação sexual desprotegida com um amigo, engravida inesperavelmente, assim enfrentando diversos estorvos ao longo do filme. Analogamente, na vida real a gestação súbita é uma realidade banal entre as jovens brasileiras, pois a negligência paterna e governamental proporcionam tal fato, posteriormente os possíveis casos de abandono e evasão escolar.

Primordialmente, em 2019, foi sancionada a lei n°13.798/2019,  que afirma anualmente, a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência com o intuito de propagar medidas preventivas e educacionais para a redução dessa incidência. Contudo, ainda percebe-se o despreparo e a inexperiência dos contemporâneos, tendo em vista a educação sexual não abordada frequentemente, principalmente, no âmbito escolar, midiático e familiar, assim sem orientação ficará mais complacente o risco de viáveis gestações abruptas e doenças sexualmente transmissíveis.

Consequentemente, o constante afastamento, por exemplo, paternal, segundo uma pesquisa do Trocando Fralda mostra que metade das moças entrevistadas sofrem com a fuga do cônjuge durante a gestação, devido a sua falta de maturidade e responsabilidade diante do ocorrido. Ademais, muitas jovens tendem a sair da escola, por conta dos desafios da criação de um bebê, de acordo com a Fundação Abrinq mais de 30% das mães não chegam a completar o ensino fundamental. Decerto, com a supressão do estudos será difícil conseguir adentra em um mercado de trabalho competitivo, que exigir ampla qualificação.

Em virtude disso,