Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 06/08/2020
“Que época é esta? Onde idiotas dirigem cegos…”, frase de Shakespeare que descreve incompetência. Fora da alusão, a realidade brasileira transcreve os mesmos problemas em questão de conscientização sobre o sexo para menores de idade, demonstrando óbices quanto a falta de informação sobre tal assunto, a qual deveria ser instruída por maiores de idade, além de que o meio mais pobre e conflituoso pode gerar maiores taxas de gestação precoce.
Em primeiro lugar, a falta de acesso a meios de precaução é meio complicador na gravidez na adolescência. Demonstra-se que em casos de jovens sexualmente ativos, a gestação pode ser causada em geral devido a inacessibilidade de meios contraceptivos, como camisinha, anticoncepcionais, entre outros. Portanto a incompetência em fazer com que o menor de idade seja conscientizado é óbice gerado pela disfunção familiar e escolar perante os adolescentes.
Em segundo lugar, a relação com um meio conflituoso e de baixa renda pode influenciar a criança à sexualidade precoce. Segundo o “g1”, a porcentagem de gravidez na adolescência é de aproximados 68 ao Brasil e 80 na Venezuela, relacionando os países, o Brasil tem IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) maior do que o da Venezuela. Portanto se confirma que a incidência de gestação precoce está geralmente em locais menos desenvolvidos e com maior conflito.
Nesse sentido, a grande taxa de gravidez na adolescência no Brasil está presente devido a falta de participação e instrução na escola e na família, além da incidência em áreas de baixa renda. Evidencia-se, que cabe ao Ministério da Família e do Adolescente, juntamente com Ministério da Educação formar atividades nas quais haja participação das crianças e dos pais para compreender melhor sobre responsabilidade sexual, a fim de reduzir a gravidez precoce. Formando assim uma família mais bem formada e mais competente tanto fora, quanto dentro de casa.