Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 25/09/2020
Com o passar dos anos e os avanços na medicina foram desenvolvidos muitos meios para evitar a gravidez, sendo chamados de “métodos contraceptivos”. Portanto o aumento contínuo de casos de adolescentes que engravidam sem planejamento é ainda sim evidente. Isso causa consequências nos projetos de vida dos jovens. Por conta disso é necessária uma análise dos aspectos que colaboram com a problemas tipo: a ausência de programas educativos mais efetivos, e de orientação por parte dos pais sobre os riscos do sexo sem proteção.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o Brasil lidera grandes índices de meninas grávidas com idade entre 12 e 17 anos, sendo que mais ou menos cerca de 200 e 300 mil crianças nascem de mães com essa faixa etária. Isso comprova a falta da discussão sobre a preservação.
Sendo assim as escolas aliadas devem garantir o acesso de adolescentes aos trabalhos de prevenção sobre orientação de conscientização de usos dos preservativos, conteúdos em relação à saúde a fim que possam amenizar a incidência de uma gravidez precoce, não planejada, por meio de campanhas em rádios, televisões que divulguem como adquirir contraceptivos de forma gratuita pelo SUS (Sistema Único de Saúde).