Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 25/09/2020

No filme “Preciosa”, a personagem principal passa por uma gravidez precoce concebida em um episódio de extrema vulnerabilidade. Assim como na ficção, muitas adolescentes têm sido envolvidas por essa realidade através de conflitos que estão inclusos aos abusos sexuais que elas têm vivido. Desse jeito, essas meninas possuem falta na educação, que acaba afetando no futuro delas. Portanto, essa maternidade antecipada tem consequências graves na formação das gestantes e do feto.

É importante destacar que a falta de educação sexual nas escolas funciona como impulsionadora do entrave. Isso porque, segundo o filósofo francês Immanuel Kant, “o ser humano é fruto da educação”, e com a falta da disciplina sexual, o conhecimento sobre sexualidade fica deturpado reverberando no problema da gravidez na adolescência. Dessa forma, além de suspenderem seus planos futuros, as mães jovens podem passar dificuldades no período gestacional, como doenças hipertensivas e diabetes, devido o despreparo do corpo.

Segundo o site metrópoles, “No Brasil, a taxa é de 62 adolescentes grávidas para cada grupo de mil jovens do sexo feminino na faixa etária entre 15 e 19 anos. O índice é maior que a taxa mundial, que corresponde a 44 adolescentes grávidas para cada grupo de mil.” Defende-se que as informações sobre a vida sexual, as doenças sexualmente transmissíveis e os métodos contraceptivos sejam repassadas para os adolescentes tanto os do sexo masculino como do feminino.

É necessário haver uma parceria entre as mídias e escolas, para a promoção de propagandas e campanhas capazes de informar e transmitir conhecimento ao público alvo. Por meio de palestras, depoimentos e publicidades constantes sobre a gravidez na adolescência. Assim, os problemas que envolvem o tema serão rompidos.