Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 25/09/2020

Thomas More, em sua obra Utopia (Utopia), descreve uma sociedade perfeita em que o sujeito social é padronizado pela ausência de conflitos e problemas, mas o que se observa na realidade contemporânea Ao contrário do que disse o autor. Como a gravidez na adolescência ainda ocorre no Brasil, essa situação contraditória se deve à ineficiência das medidas nacionais e à indiscrição de alguns jovens.

Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar social da população, mas as autoridades são ineficientes no uso de métodos contraceptivos (como preservativos e anticoncepcionais), pessoas de baixa renda e sem infraestrutura. Segundo dados do IBGE, 8% dos brasileiros nascidos no Brasil são filhos de mães adolescentes de baixa renda, portanto, as mães jovens enfrentam maior vulnerabilidade e o reaparecimento da pobreza e da exclusão social. Além disso, deve-se destacar que as indiscrições de alguns jovens são a força motriz do problema, pelo que meios de comunicação como a televisão e a Internet têm promovido uma maior sensibilização para os possíveis riscos da gravidez dos 10 aos 19 anos. De acordo com os dados do El Pais, anualmente são registrados 400 mil novos fetos entre adolescentes, por isso o sexo inseguro não só tem consequências para a mãe, mas também causa doenças sexualmente transmissíveis, principalmente HIV e sífilis.

Portanto, a fim de aliviar a gravidez na adolescência, o governo federal deve cooperar com o Ministério da Saúde na realização de palestras educativas presenciais à população do país com a participação de profissionais. Por meio de um debate crítico sobre as desvantagens da gravidez precoce, o objetivo de controlar o impasse é alcançado, quem sabe o fim dessas falhas não seja mais uma utopia para o Brasil. Além disso, o Ministério da Saúde, deve incrementar de maneira eficaz, a distribuição de métodos contraceptivos e o fácil acesso à médicos ginecologistas por meio de postos de saúde, UPA e hospitais públicos, a fim de diminuir os casos de gravidez precoce. Apenas dessa maneira será possível a prevenção de jovens darem a luz tão cedo, visando para elas maiores oportunidades.