Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 27/09/2020
Na série “Malhação-Viva a Diferença”, a protagonista juvenil keyla, após se relacionar com um desconhecido em uma festa, apresenta-se grávida do rapaz. Analogamente, fora da ficção, casos como o da personagem têm se tornado cada vez mais frequentes, evidenciando a gravidez na adolescência como um distúrbio no Brasil. Tal problemática prevalece em virtude do fácil acesso de conteúdos pornográficos na internet e da falta de diálogos informativos com os jovens.
Em primeira análise, a ausência do monitoramento familiar é a causa da disponibilidade desregulada de arquivos obscenos. Segundo Pitágoras, um filósofo grego, “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens.” Dessa forma, a presença distante dos pais em auxiliar, ensinar e moderar seus filhos sobre a prevenção da gestação e atos sexuais, corrobora para que os menores busquem esses conhecimentos, muitas das vezes, em sites inapropriados, esses que por suas vezes não são educativos e despertam o interesse da juventude em relações íntimas. Ademais, a ausência de conversações didáticas é fomentada pelo fato de que as escolas não priorizam o assunto. De acordo com Goethe, um filósofo alemão, “Nada é mais assustador do que a ignorância em ação.” Sob tal ótica, torna-se verídico que a carência da compreensão de “como e para quê se usa os métodos contraceptivos” é a base do crescente número de mães adolescentes. Além disso, pode-se notar que as pessoas ao passarem por essa experiência radical, ainda imaturas, são mais suscetíveis à problemas psicológicos, visto que isso pode atrapalhar seu desenvolvimento pessoal.
Portanto, medidas são necessárias para a melhora do quadro. Destarte urge que o Ministério da Educação, por meio de investimentos governamentais, crie o projeto “Proteção da Geração”. Nele deve constar que todos os alunos realizem o curso de anticoncepcionais, disponibilizado pelas escolas. Desse modo, espera-se a diminuição das ocorrências de gravidez precoce. Assim, situações como a de Keyla serão mais escassaz.