Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 23/11/2020
No filme “Juno”, a personagem principal adolescente engravida de seu melhor amigo e acaba entregando o bebê para adoção. Ainda que fora da ficção, os dilemas que compõem a gravidez na adolescência nacional denotam um quadro similar ao do filme e exigem a atenção popular para a reversão desse cenário. Nesse contexto, as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) e a dificuldade na formação acadêmica impedem a vida da gestante e da criação de seu filho.
Em primeira análise, as doenças que são transmitidas por meio da relação sexual geram problemas para gravidez, uma vez que compromete na saúde da pessoa. Indubitavelmente, a proteção que deve ser feito na hora da relação funciona como resistor da área da física que promove maior segurança, evitando o contágio por vírus ou bactérias. Desse modo, não comprometer com o uso de preventivos sexuais permite uma geração que perde seus momentos de vida enquanto adolescente, e que podem ocasionar suscetivelmente, a má formação de indivíduos no território brasileiro, por meio de patógenos, por exemplo.
Em segunda análise, o processo de formação acadêmica implica na dificuldade da criação do filho. Segundo a escola “gaiola” - proposta pelo educador Rubem Alves – que propaga conhecimento conteudista, exige dos alunos um mínimo de notas para suas aprovações. Ou seja, isso minimiza o tempo que a adolescente tem com a criança para auxílio de vida e cuidados. Com efeito, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), a taxa de adolescentes grávidas no Brasil é de 62 para cada grupo de mil jovens femininas na faixa etária entre 15 e 19 anos.
Torna-se evidente, portanto, os impactos que a gravidez na adolescência implica precisam ser contidas. Diante disso, cabe ao Governo, junto ao Ministério da Saúde promover a distribuição de protetores sexuais, como as camisinhas, por meio de um programa com o objetivo de evitar as DST’s. Assim, a nação verde-amarela assistirá a novos roteiros sociais.