Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 25/11/2020
Brasília, 3 de janeiro de 2019, Lei n° 13.798, complementa a Lei n° 8.069 sancionada em 13 de julho de 1990 que possui a finalidade de instruir acerca da gravidez na adolescência, a semana do dia 01 á 08 de fevereiro, as informações devem abordar maneiras que evitem a incidência da gravidez entre as idades de 15 à 19 anos. Meninas que acabam passando pela gestação muito cedo correm diversos riscos, dentre eles a morte. Os números pesquisados causam inquietação por serem tão comum, principalmente no Brasil.
Os riscos aumentam por inúmeros motivos e podem afetar ambas as partes, a mãe e/ou o filho, como a falta de nutrientes, logo que a mãe ainda requer grande quantidade para que seu organismo termine de se desenvolver corretamente, o RN pode nascer com alguma anomalia ou síndrome congênita, o que acresce na taxa de abandono, “56% das gravidezes não são planejadas, dentre elas 50% resultam em aborto” os quais podem ocasionar a morte materna.
“Eu preferia morar na rua do que ser violentada por ele” manchete do dia 25 de novembro de 2020 do site de notícias ‘Enfoco’, essa frase foi dita por uma jovem de 21 anos, que relatou ter sido abusada pelo pai desde os seus cinco anos de idade, engravidando aos 16 do mesmo, a mulher com nome desconhecido afirma ter sido surpreendida na hora do parto, pois não aparentava estar passando por uma gestação e ao tentar pedir ajuda, foi ameaçada e agredida fisicamente, felizmente a criança nasceu e atualmente esta sob cuidados da mãe. Essa é a realidade de várias adolescentes abusadas por familiares e/ou desconhecidos e que acabam passando pelo processo de desenvolver uma criança fruto de um relacionamento nadasaudável.
Na semana da prevenção contra a gravidez na adolescência são citados métodos contraceptivos como o preservativo, pílula anticoncepcional, injeção, dentre outros, mas quando se trata de vítimas de violência, os meios contraceptivos dependem apenas da consciência do agressor, de maneira alguma os números podem ser normalizados, a justiça precisa ser feita para que o indivíduo não pratique novamente o crime, assim protegendo as meninas e mulheres. O assunto deve ser tratado com seriedade, dentro de casa, na escola, a educação sexual seria uma excelente opção, alertando crianças dos problemas que podem ocorrer, entre outros.