Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 18/12/2020
Na sociedade contemporânea, aborda-se, diariamente, nos meios de comunicação, temas com foco na gravidez na adolescência. Nesse sentido, dados divulgados pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geográfia e Estatística), de 2014, mostra que 60 adolescentes em um grupo de 1000 de 15 a 19 anos já tinha tido pelo menos um filho. No entanto, medidas que visam levar conhecimento a respeito do tema as escolas e reduzir a desigualdade socioeconômica para esse grupo ainda não foram tomadas.
Nota-se que a gravidez na juventude tem raízes no baixo grau de conhecimento no assunto. É notório que nas escolas não há o aprendizado do tema sexualidade. Os adolescentes chegam ao 3° ano do ensino médio sem conhecerem os métodos contraceptivos. Dados obtidos pelo Blog do Dr Dráuzio Varella, mostram que as meninas não sabem como usar o anticoncepcional, acarretanto, portanto, numa gravidez indesejada. Mitigar esse problema é um dever do Estado e da sociedade.
Além disso, o baixo nível socioeconômico, é um agravante a problemática. É interessante notar que segundo dados coletados pelo Dr Dráuzio Varella, a incidência de mães adolescentes está ligada a regiões pobres e baixo nível de escolaridade. É indiscutível, portanto, que a pobreza faz com que as meninas não tenham acesso as universidades e bons trabalhos, sobrando apenas a opção de serem mães.
Evidencia-se, portanto, que ações são necessárias para frear a gravidez na juventude. Dessa forma, cabe ao Poder Executivo junto ao MEC(Ministério Da Educação) a criação de um programada chamado “Aprender é Prevenir” que junte adolescentes e pais, para uma série de aulas e palestras com especialistas no tema, com o intuito de promover a diminuição da gravidez na adolescência, bem como suas consequências.