Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 15/01/2021

A série “Elite”, retrata uma estudante do ensino médio que fica grávida e ao contar aos seus colegas e familiares, é desprezada. No plano atual, não é diferente, é nítido o descaso e a falta de responsabilidade, para com as meninas. Portanto, percebe-se a construção de um grande problema de soluções específicas, em virtude da má influência midiática e de insuficiência legislativa.

Primeiramente, pode-se ressaltar á questão, a mídia como um embecilho. Segundo Pierre Bourdie, o que foi feio para democrácia, não deve ser usado como intrumento de opressão. Entretanto, quanto ao debate sobre a gravidez na adolescência, a mídia não cumpre seu papel, pois silencia o problema ao não aborda-lo de forma massiva. Dessa forma, não dando a devida visibilidade para tal assunto.

Além disso, vale mencionar a lei máxima do país. A Constituição -órgão jurídico que tem a responsabilidade de assegurar os direitos dos cidadãos-, garante a todas mães na adolescência o direto de viver em um ambiente sem discriminação. No entanto, não é ineficaz, levando em conta o depoimento da ex-bailarina do Faustão, Carol Nakamura, afirma que quando engravidou tinha 16 anos e sofreu com a repreensão da sociedade.

Nessa perspectiva, é notável que a gravidez na adolescência é um problema que precisa ser solucionado. Assim, a mídia -maior meio comunicativo do mundo-, deve promover campanhas informativas nas redes sociais, a fim de que conscientizem as meninas sobre tamanha responsabilidade. Ademais, as escolas precisam desenvolver debates com médicos e psicólogos, para que consigam informar as alunas. Dessa maneira, tal desafio será resolvido com eficácia.