Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 31/01/2021
Embora a gravidez na adolescência seja muito comum no Brasil, não deixa de ser um problema, pois o índice de natalidade entre jovens de dez a dezenove anos é alto, bem como a evasão escolar, nessa mesma faixa etária. Nesse contexto, é importante observar a quantidade de adolescentes que perdem a vida acadêmica por, muitas vezes, falta de informação.
A priori, no período de gestação, é muito comum o abandono referente à escola ou faculdade, pois, de acordo com o site G1, cerca de 30% das mães que engravidam na mocidade não concluem os estudos. Isto se dá, muitas vezes, pela jovem sentir-se traumatizada, deslocada e não conseguindo lidar com a situação. Porém, ao abandonar os estudos, tais jovens irão sentirem-se desestimuladas a continuar a vida acadêmica.
A posteriori, no período após o parto, a adolescente que deveria estar estudando, buscará emprego, mas sem a qualificação necessária e as obrigações pendentes com a criança, terá limitações. Nesse sentido, o site “Correio Braziliense” depõe quanto a dificuldade de mulheres com filhos pequenos se engajarem no mercado de trabalho, pois há discriminação por parte dos empregadores, que não aceitam as imposições feitas e, em consequência disso ou perderá o emprego ou ganhará menos, podendo ser até mesmo inferior ao necessário.
Por conseguinte, é necessário que o pais alertem suas filhas no que tange à prevenção da gravidez, mostrando as consequências do ato e, com isso, estimulem o uso de preventivos. Já o governo deve se utilizar de mídias, redes sociais, palestras e campanhas publicitárias, estas que podem ser , por exemplo, para o estímulo do uso de anticoncepcionais, pela falta de uma formação acadêmica e as dificuldades de se engajar em empregos, etc. E, também, o governo pode implementar esses contraceptivos, de forma gratuita, em postos de saúde a fim de conseguir a diminuição dos índices de gravidez na adolescência.