Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 19/04/2021

West Ham, Connecticut, EUA. Duzentos jovens encontram-se sozinhos em sua cidade, assustados com o desaparecimento de todos os adultos. Sobretudo, Becca é uma menina que descobre que está grávida de um caso de uma noite, duplamente aterrorizada: além de lidar com os medos dos outros, deve pensar no seu bebê. Embora essa seja a trama da série “The Society”, não há dúvidas da realidade do problema da gravidez na adolescência. Assim como Becca, meninas que engravidam precocemente são forçadas a carregarem os dilemas emocionais dessa fase da vida em concomitância com as responsabilidades de ser mãe.

Em 2014, 14,5% das mulheres que se tornaram mães no no estado de São Paulo eram menores de 19 anos, e a maioria destas mães não tem como manter o seu novo filho, tendo que parar com os estudos e começar a trabalhar precocemente. Dessa forma podendo prejudica-las ao longo termo, uma vez não terão base suficiente para conseguir dinheiro para se manter futuramente.

A maioria das gravidezes precoces ocorrem pela falta de informação das relações sexuais e o modo de usar preservativos. No Brasil menos de 20% das escolas ensinam educação sexual, de acordo com pesquisas do IBGE. Educação sexual é uma matéria muito importante para previnir gravidezes indesejadas e doenças sexualmente transmitidas.

Diante do exposto a gravidez na adolecência é um tema muito grave que deve ser discutido. Dessa forma o ministério da educação aliado aos órgãos governamentais devem criar leis para que todas as escolas, públicas e privadas, tenham, em sua grade curricular educação sexual, assim como disponibilizar preservativos nas escolas. Assim, menos adolescentes terão gravidez precoce.