Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 09/04/2021

Na contemporaneidade, a gravidez no período da adolescência é recorrente. Entretanto, muitas das vezes, a gestação ocorria por falta de conversa com os pais, a saber sobre educação sexual e o não uso dos métodos contraceptivos durante a relação. De modo que , acabam estando mais propícios a contrair doenças sexualmente transmissíveis e engravidar. Sendo assim, é necessário entender quais são as consequências e de que forma a vida dos futuros pais é afetada.

Primeiramente, é preciso lembrar que a gravidez na juventude tem vários impactos. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, IPEA, 58% das adolescentes grávidas não estudam, nem trabalham. Dessa forma, percebe-se que o sustento fica por conta dos pais das gestantes, sobrecarregando toda família por terem gastos a mais. Mostrando, a necessidade do Governo de criarem um auxílio as famílias das grávidas.

Concomitantemente, a vida da adolescente durante e pós a gravidez torna-se complicada. De acordo com o IPEA, 76% das adolescentes que engravidam abandonam a escola. Como desdobramento, acabam não terminando os estudos, e enfrentando dificuldades ao buscar por um emprego. Portanto, ficam sem trabalhar contando com a ajuda dos pais no sustento.

Por isso, medidas são necessárias para resolver o impasse da gravidez na adolescência. Nesse contexto, é necessário que o Ministério da Educação inclua na grade curricular, a educação sexual, para que os estudantes entendam e aprendam a importância dos métodos contraceptivos, e também, como usá-los corretamente. Para que, ao realizarem a relação sexual estejam informados dos cuidados e precavidos.