Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 20/04/2021
O conhecimento, moeda personificada do século XXI, tem sido uma ferramenta fundamental na prevenção de problemas socias. Tal aspecto, quando comparado à permanência dos índices de gravidez na adolescência no Brasil, aponta para uma fraca dispersão desse assunto entre os brasileiros, principalmente para o grupo juvenil, contribuindo, dessa forma, para o aumento de casos no país.
Primeiramente, é importante destacar o aumento de gestantes adolecentes no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do relatório de estatísticas do registro civil, em 2018 cerca de 15% dos bebês nascidos eram de mães adolescentes. Tal pesquisa aponta para uma fragilidade dos meios atenuantes dessa situação, em especial, o conhecimento, haja vista que a ausência da consciência de prevenção, assim como das possíveis consequências desse tipo de gestação, permitem ações negligentes frente a essa realidade, tanto de homens quanto de mulheres, promovendo, dessa forma, a perpetuação desse problema.
Por outro lado, torna-se necessário o auxílio governamental à juventude inclusa nessa realidade. Segundo a Organização mundial da Saúde, a gravidez na adolescência permite a prevalência de complicações físicas, emocionais e socioeconômicas. Tal pesquisa demonstra a necessidade de intervenção estatal nesse assunto, pois a tendência a pobreza é fortalecida em atitudes comuns a jovens nessa situação, como abandono escolar, desenvolvimento de patologias e busca por “empregos fáceis”.
Entende, portanto, que a gravidez na adolescência possui raízes na educação. Para atenuar esse problema, o Ministério da Educação deve, através das escolas do ensimo fundamental e médio, promover o conhecimento geral das consequências da gravidez na adolescência, abordando principalmente os aspectos socioeconômicos e preventivos no campo das ciências humanas e da natureza, através de livros e professores capacitados, formando, dessa forma, jovens conscientes.