Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 23/05/2021
Em 2019, o governo federal criou um programa com o intuito de disseminar medidas preventivas para redução da gravidez precoce no Brasil. Nessa perspectiva, é evidente que a realidade apresentada pela informação pode ser relacionada ao Brasil contemporâneo. Logo, a falta de profissionais capacitados para adolescentes, bem como a criação de mais unidades básicas de saúde em locais periféricos.
Em primeiro plano, é importante destacar o atendimento com jovens nos hospitais públicos. A respeito disso, segundo o Fundo de População das Nações Unidas(UNFPA), cerca das 7,3milhões de meninas grávidas no mundo, a maioria poderia ser evitada com mais informações sobre anticoncepcionais. Sob essa perspectiva, as unidades básicas de saúde por possuirem um atendimento rápido poderiam contratar mais profissonais que lidem com adolescentes, assim, a maioria dos jovens não teriam vergonha de procurar ajuda sobre métodos contraceptivos.
Sobre outro prisma, é necessário criar pontos de atendimento à saúde em locais vuneráveis. Analógo a isso, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada(IPEA), em alguns estados possuem o desequilíbrio regional do SUS, em que a população periférica precisa ir em outra cidade para conseguir atendimento. Nesse sentido, a maternidade precoce é extremamente maior em lugares vuneráveis, pois o jovem não consegue de modo imediato o acesso ao anticontraceptivo gratuito ou o atendimento especializado perto de sua residência.
É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Destarte, cabe ao governo federal - principal representante do povo - realizar a ampliação das ações afirmativas por intermédio da contratação de mais profissonais da saúde especializados em crianças e jovens, a fim de diminuir a gravidez na adolescência no Brasil. O poder Executivo pode, ainda, estabelecer mais programas de integração jovem ao mercado de trabalho. Desse modo, alcançar-se-á a extirpação das contrariedades, como previsto pelo governo federal em 2019.