Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 31/08/2021
Em uma reportagem, feita pelo Profissão Repórter, é feito uma pergunta a uma adolesente grávida se ela sabia que, para fazer efeito, tinha que ser tomado todos os dias o anticoncepcional e sua resposta foi “não”. A escassez de informações básicas sobre prevenção de gravidez é devido, em partes, pela falta de educação sexual nas escolas para os alunos e, também, um intermédio para a taxa de doenças sexualmente transmissíveis (DST).
Ademais, segundo a Secretaria de Saúde de Juazeiro - BA, cerca de 400 mil adolescentes ficam grávidas por ano no Brasil - índice entre as faixas etárias de 10 a 20 anos. Outrossim, esses fatores acarretam impasses psicossociais, problemas na gestação, aborto espontâneoe mortalidade materna, assim como o alto índice de evasão dá-se pela falta de estrutura para o respaldo às adolescentes. - abandonam a escola por não conseguirem conciliar estudos com os cuidados precisos do recém-nascido.
Além disso, é errôneo não reconhecer a precocidade da vida sexual entre os jovens, pois os maiores índices de gravidezes encontram-se entre jovens cursantes do ensino médio. Haja vista, a falta de orientações sobre cuidados contra gravidez indesejada e contágio de DST dão-se pelo vácuo na estruturra curricular educacional., distribuição de camisinhas nas escolas e falta de planejamento para fornecer remédios para meninas de famílias com baixo índice remuneratório.
Destarte, para que esse quadro seja revertido, cabe ao Ministério da Educação impôr a disciplina de educação sexual na grade curricular das escolas, ministrada por psicólogos com especialização na área, para que os adolescentes possam compreender o uso adequado de camisinhas, píluas anticoncepcionais e como proteger-se de DSTs. Além disso, é palusível ao Estado respaldar as adolescentes, oriundas de famílias de renda abaixo da média, o fornecimentos de pílulas anticoncepcionais nas escolas, pois a escassez de informação, juntamente com a falta de medidas contraceptivas, faz com que o índice de mães adolescentes seja um disparate.