Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/06/2021
A Magna Carta brasileira garante os direitos à educação e à assistência aos desamparados. No entanto, essas jurisprudências são contestadas, uma vez que, na federação brasileira, há a problematização da gravidez na adolescência. Essa falha ocorre no Brasil devido à escassez de palestras, em escolas e faculdades, voltadas para os preceitos da educação sexual e à falta de regulamentação de leis que visam diminuir os índices de gestação juvenil.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover palestras em instituições de ensino voltadas para o incentivo de políticas educacionais a favor da diminuição dos números de gravidez prematura na nação. Indubitavelmente, o sistema educacional brasileiro é necessário, mas ele passou por um processo de centralização de informações, que excluiu inúmeras discussões educacionais de sua formação, entre elas, está a referente a ensinança sexual. Inegavelmente, a falta de debates sobre a sexualidade nas escolas resultou na desinformação populacional sobre a necessidade dessa modalidade de conversa que, de conformidade com o veículo de informações G1, tem a função de orientar jovens a evitar a prenhez indesejada e acidental, além de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, assim contribuindo para a diminuição das taxas de gestação precoce e a melhora dos níveis de saúde pública do Brasil. Por consequência da falta de investimento em palestras de aprendizagem, o país continuará com altas taxas de fetação na juventude, ocorrência essa, que como evidenciada por Nelson Mandela, pode ser revertida com o investimento na educação.
Além disso, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de leis é um dos empecilhos que levam ao aumento de casos de gestação na adolescência. Sob o mesmo ponto de vista, deve ser analisado que, segundo o veículo de notícias UOL, as leis existentes como a Lei da Prevenção da Gravidez na Adolescência, são uma previdência, mas somente com os decretos regulamentares são determinados os detalhes de onde, e como, uma lei irá agir. Visto isso, é evidente que, com a falta de estandardização de leis, a alta das proporções de cieses juvenis continuará a acontecer, pois, as diretrizes legislativas não atingiram todas as regiões do país de forma homogênea.
Em suma, com a insuficiência de palestras de ensino e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras mensais, através de anúncios, inseridos em meio de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre a importância da educação sexual. Ademais, promover assembleias públicas para instruir as massas sobre os índices de gravidez na adolescência no país, o que resultará em uma população informada, com o efeito de criar cidadãos mais conscientes.