Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/07/2021
De acordo com os dados divulgados pela Organização Pan-Americana de Saúde, que mostram uma taxa de 70,9 porcento de grávidas que deram à luz entre 15 e 19 anos no Brasil.Esses números demonstram que o problema de gravidez na adolescência está presente de forma complexa na realidade brasileira.Com efeito, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como causas o silenciamento e a falta de conhecimento.
Primeiramente, é preciso salientar que o silenciamento é uma causa latente do problema.A respeito disso, Habermas traz uma contribuição importante ao defender que a linguagm é uma verdadeira forma de ação. Diante disso, verifica-se uma lacuna em torno dos debates sobre gravidez na adolescência no Brasil, uma vez que tal tema é silenciado dentro das escolas e na própria estrutura familiar, o que acaba gerando uma carência de informações sobre a importância da prevenção e da educação sexual durante a fase juvenil.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a falta de conhecimento.Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo.Isso justifica uma causa do problema: se os jovens não têm acesso a informação sobre as altas taxas de fetação adolesscente em evidência no Brasil, acabam não tendo conhecimento dos riscos da gravidez na fase juvenil e as responsabilidades por gerar uma criança.Assim, por consequência, há aumento nessas taxas e não uma diminuição.
Faz-se imperativo,então,que a OMS, em parceria com as mídias de grande acesso, crie, por meio de verbas, campanhas e palestras informacionais com tema gravidez na adolescência, com o propósito de debater sobre tal assunto, informar como é possível fazer tal prevenção,bem como o uso de contraceptivos e preservativos.Tais campanhas devem circular em paradas de ônibus,assim como canais de TV,para atingir grande parte da população.Dessa forma, os dados da OPAS serão revertidos.