Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 27/08/2021

A constituição federal de 1998, documento jurídico mais importante da ação prevê em seu artigo 6, o direito a saúde e segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, essa prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a gravidez na adolescência que está evidência no Brasil, que acaba dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante desta perspectiva faz-se imperiosa a análise dos fatos que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas para combater tal situação visto que a cada mil brasileiras entre 15 e 19 anos, 53 tornam-se mães e mais de 70 mil adolescentes morrem anualmente de causas relacionadas à gravidez e ao parto de acordo com o blog da rede Globo. Essa conjura, segundo as leis do filósofo contrualista Jhon Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos se beneficiem de direito indispensáveis ​​como a saúde, o que é visto no país.

Portanto, a falta de políticas públicas de saúde relacionada a educação sexual é um grande impulsionador , diante dos fatos, mostra-se necessária a implantação de palestras e aulas na grade escolar nacional, além da quebra do tabu e conversas sobre o assunto no ambiente familiar, não apenas para não de sexo feminino mas também do sexo masculino para que somente assim, a taxa não somente de adolescentes grávidas mas também como as DST’s diminuam.