Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 17/09/2021

Por certo é natural de nós humanos ao chegarmos em uma certa idade, nos sentirmos atraídos sexualmente por certas pessoas, isso se dá por conta da adolescência e o grande aumento hormonal que ela traz, porém, alguns jovens acabam por satisfazer seus desejos sem a educação certa para tal, por isso acabam por se tornarem pais muito cedo e tal feito acaba por atrapalhar e prejudicar a vida social desses adolescentes.

Em princípio, vale ressaltar que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 houve 59 nascimentos a cada 1000 mulheres de 15 a 19 anos, representado uma queda em relação ao ano anterior que teve cerca de 456.128 bebês de mães entre 10 e 19 anos sendo 15,5% dos partos. Ainda que ocorresse uma queda na taxa de natalidade entre adolescentes, o número registrado ainda é alto, o que acaba por trazer uma certa preocupação.

Em segunda analise, observa-se que mesmo que os números de casos de jovens gravidas ainda seja alto, educação sexual é tida como um tabu no Brasil e, a falta de informação, acaba por levar esses adolescentes a praticarem atos sexuais sem terem a mínima ideia de como se proteger de uma possível gravides ou doenças sexualmente transmissíveis, já que os pais e as escolas preferem não educar esses jovens por acreditarem que estariam “incentivando” eles a praticarem o ato sexual.

Mediante os fatos retratados, o lento processo de diminuição da gravides na adolescência pode ser acelerado com os pais, junto das escolas, ensinarem os adolescentes dos riscos do sexo sem proteção, educando-os em relação do que se deve ou não fazer. Junto a isso, o Ministério da saúde poderiam promover campanhas nos postinhos e nas escolas, afim de mostrar a praticidade e a proteção que o uso de preservativos pode trazer.