Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 04/09/2021

A gravidez entre adolescentes do país tem se tornado um desafio difícil de ser controlado, visto que os números de gestações entre os jovens brasileiros são os maiores da América Latina. Relativo aos efeitos da gravidez precoce entre jovens brasileiros, é possível afirmar que isso se evidencia não só por jovens com pouca escolaridade, mas também por gravidez indesejável na adolescência.

Segundo o filósofo Paulo Freire, “se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade mudará”. Nessa linha de pensamento, é evidente e triste que é entre os jovens do país com pouco estudos onde são mais vistos os casos de gravidez ainda na pré-adolescência ou na adolescência, ou seja, moços e moças que ainda não terminaram o ensino médio ou sequer ingressaram nele. Prova disso é o comunicado da OMS, que relata que as taxas de gestação entre mulheres com menos estudo são maiores em comparação a das mulheres com mais anos de educação.

Outro aspecto a ser considerado é o fato que muitas gravidezes ocorrem de forma indesejáveis ​​(70% dos casos, segundo dados do Ministério da Saúde), sem nenhuma orientação familiar e nenhum consentimento das consequências, como o risco de contágio de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Além disso, por não terem uma educação adequada, engravidam sem planejamento, o que pode causar em uma rejeição dos pais, sendo que a participação destes é indispensável, sênior um futuro para a geração da mãe e do bebê.

Destarte, relativamente a tamanho dilema, urgente que o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Educação, implemente, na grade curricular dos adolescentes,, aulas de aconselhamento sexual para homens e mulheres, por meio de profissionais qualificados, com ginecologistas, a fim de que o acesso às informações possam ser ampliados bem como os mais novos saibam se prevenir de uma gravidez indesejada.