Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 10/09/2021

No filme “Preciosa”, um personagem principal sofre com a gravidez precoce concebida em um episódio de extrema vulnerabilidade. Assim como na ficção, muitas adolescentes têm sido envolvidos por essa realidade através de conflitos que estão agregados aos abusos sexuais que têm vivido. Desse jeito, essas meninas possuem falta na educação, que acaba interferindo no futuro delas. Portanto, essa maternidade antecipada tem consequências graves na formação das gestantes e do feto. Nessa perspectiva, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil lidera altos índices de garotas grávidas com idade entre 12 e 17 anos, sendo que cerca de 300 mil crianças nascem de mães nessa faixa etária. Isso comprova a inexistência da discussão sobre a preservação e as altas altas são as taxas de menores que lideram desde cedo o papel de mãe. Faça o mesmo modo, essas inocentes enfrentam a ausência do posicionamento familiar no que se refere à disciplina sobre a sexualidade, o que contribui para que 7,3 milhões de adolescentes se tornem mães, das quais dois milhões são menores de 15 anos por ano, segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU). Diante disso, esses incidentes têm ocasionado como antecedências de uma gravidez indesejada, pois o intuito de amenizar esses casos tem sido improdutivos. Por outro lado, a imaturidade sexual dos jovens também tem colaborado para essa situação que afeta a saúde e cria desenvolvimento de psicossociais associados à deficiência na vitalidade. Dado que algumas garotas têm suas vidas comprometidas, uma vez que elas deixam de estudar para trabalhar e cuidar de seu filho, prejudicando seu futuro profissional. Dessa maneira, os recém-nascidos crescem frágeis com possibilidade de morte prematura, porque a ausência não pré-natal contribui para que essas meninas não recebam informações acerca da alimentação materna. Isso tem colaborado no nascimento de crianças deficientes como foi o caso do personagem do filme “Preciosa” em que seu primeiro bebê nasceu com Síndrome de Down. De outra forma, segundo dados do Ministério da Saúde, em torno de 70% dos casos denunciados está associada diretamente a uma pessoa de convívio da vítima, visto que muitos pais que trabalham se ausentam no processo educativo das menores e como deixam aos cuidados de pessoas que induzem ao abuso sexual deficiente em uma situação indesejável. Perante isso, levam-nas a dificuldades de frequentarem a escola e ingressarem no mercado de trabalho, por causa das oportunidades de conhecimento e menos acessos às informações obtidas que as instituições de ensino não colaborado com esse tipo de conhecimento relacionado a essas mães. Perante o exposto, as escolas aliadas às Secretarias Municipais de Saúde devem garantir o acesso de adolescentes aos trabalhos de prevenção voltados à orientação de conscientização de usos de preservativos, por intermédio de conteúdo relacionado à saúde a fim de que pode amenizar a antes de uma prevenção precoce por meio de campanhas na televisão e nos rádios que divulgam como adquirir contraceptivos de forma gratuita pelo SUS. Só assim, o Brasil não terá tantas jovens menores de 19 anos que enfrentam o mesmo problema que um protagonista do filme “Preciosa”,