Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 31/10/2021

Ao observar a gravidez na adolescência em evidência no Brasil como uma ocorrência frequente na contemporaneidade, percebe-se que isso é reflexo de uma nação alienada e indiferente como a brasileira. Nesse sentido, em função da falta de informação bem como da desigualdade social, a gravidez precoce entre adolescentes permanece, lamentavelmente, no país.

A princípio, é licito postular que a falta de informação fomenta a perpetuação do impasse, uma vez que os jovens não possuem conhecimento sobre como ocorre a gravidez nem sobre como evita-la. Nesse viés, é crucial que o indivíduo valorize as questões ignoradas pela comunidade, a fim de obter uma mudança no cenário social e, consequentemente, um avanço da nação. Entretanto, observa-se que a população brasileira, frente à gravidez na adolescência, não dá a devida relevância, ignorando esse assunto. Dessa forma, a gravidez precoce se mantém na sociedade.

Vale analisar, ainda, a desigualdade social como fator fundamental para a persistência do problema. Isso porque estudos comprovam que o índice de gravidez entre jovens são maiores em periferias que em bairros nobres, segundo dados coletados pelo Mapa de Desigualdade da Primeira Infância.  Conjuntamente, a presença da gravidez entre adolescentes tornou-se uma consequência direta dessa incapacidade racional, visto que o cidadão, ao invés de questionar e solucionar a problemática, continua seguindo alienado e infelizmente, indiferente.

Portanto, fica evidente a importância de combater a gravidez precoce. Destarte, para que diminua a maternidade entre as jovens, o Governo deve por meio do Ministério da Saúde em conjunto com o Ministério da Educação precisa planejar a entrega de preservativos em instituições de ensino para jovens de idade adequada e promover palestras de conscientização de pais e filhos sobre a gravidez na adolescência . Feito isso, será possivel atenuar a alienação e a indiferença vistas no corpo social.