Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 28/03/2022
No Brasil falar sobre sexo é um tabu, principalmente na infância/adolescência. A maioria dos pais costumam, até uma certa faixa etária, evitar comentar sobre esse assunto com seus filhos por sentirem constrangimento, porém, tal situação intensifica a falta de conhecimento sobre métodos contraceptivos para evitar DSTs e a gravidez por parte de jovens com vida sexual ativa.
A grande maioria das mulheres que engravidam na adolescência residem em periferias e em condições desfavoráveis, ou seja, não possuem acesso a uma educação de qualidade. Dessa forma algumas mães optam pelo aborto e consequentemente a mortalidade de ambos.
Apesar dos pais e as intituições escolares reconhecerem a importância da conversação sobre a atividade sexual segura e de passar as informações necessárias sobre prevenção, existe ainda a hesitação pela crença errônea de que transmitir informações aos jovens sobre contracepção pode incentivá-los a se tornar sexualmente ativos. Deixando-os curiosos e indo atrás de conhecimento sobre o assunto, muitas vezes errados, por conta própria.
Desse modo, os pais devem quebrar esse tabu, e conversar com seus filhos pois, um dia, eles se tornarão sexualmente ativos e precisam de orientação. Cabe as intituições pedagógicas em conjunto com o MEC ( Ministério da Educação ) conceder palestras nas escolas com direito a debates ministratos por profissionais capacitados e aberto aos alunos. Além disso, deve-se haver a divulgação de propagandas por meio da mídia e panfletos distribuídos para os jovens sobre os meios de contracepção e onde adquiri-los. E, por fim, a segurança pública necessita precaver e combater os casos de estupro.