Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 26/10/2022

“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra na meio do caminho”, de forma análoga ao trecho do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, essa pedra é um desafio a ser superado como a gravidez na adolescência no Brasil. Dessa forma, o cenário vigente é fruto da insuficiêcia governamental e falta de informações adequadas. Sendo assim, emerge um problema que precisa ser resolvido.

Em primeira análise, é válido explanar que a inabilidade do estado tornou-se uma causa latente do problema. Segundo o pensador inglês Thomas Hobbes, o Estado tem como obrigação garantir o bem-estar da nação, no entanto, isto não ocorre no Brasil. Devido à falta de ação governamental, inúmeras adolescente brasileiras enfrentam sozinhas os desafios e riscos de uma gravidez precoce, como por exemplo à pobreza e à morte. Desse modo, é imperativo que haja uma mudança na postura estatal.

Ademais, vale salientar que o acesso restrito a informações necessárias sobre o tema impulsiona o réves. De acordo com o clérigo inglês Charles Colton, a má informação é pior que a não informação. Sob essa lógica, é possível perceber que a falta de divulgação acerca dos métodos contraceptivos contribuem, de forma expressiva, para altas taxas de gestações entre os jovens. Todo esse quadro retarda a resolução do empecilho, já que continua a perpetuá-lo no corpo social.

Portanto, pode-se inferir que a gravidez na juventude é uma questão relevante que necessita de soluções. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com Ministério da Educação promover palestras, aulas nas escolas com profissionais especializados da área, objetivando formar uma geração mais informada e conscientizada sobre o assunto. Assim, será possível superar a pedra, citada por Drummond, do caminho.