Gravidez na adolescência em evidência no Brasil

Enviada em 13/12/2022

De acordo com a filósofa francesa Simone de Beauvoir “o mais escandalosos dos escândalos é que nós habitamos a eles. Nesse sentido nota-se que a afirmação da pensadora se concretiza no Brasil, haja visto que a gravidez na adolescência é um entrave banalizado pela contemporaneidade. Desse modo, convém ressaltar que essa realidade ocorre não somente pela falta de contracepção mas também pela falta de educação

Primeiramente é válido ressaltar que a inércia agrava essa situação. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir os serviços necessários para o bem estar da população. No entanto em solo brasileiro há ruptura desse contrato, visto que o governo não instrui a sociedade com uma educação sexual de qualidade, fazendo com que a taxa de natalidade cresça esporadicamente. Desse modo é perceptível que a inércia governamental intensifica cada vez mais os casos de gravidez precoces.

Nesse sentido a omissão do ministério da família é uma das causas dessa problemática, gerando a consequência de mulheres novas e despreparadas. Esse cenário decorre do fato de que, assim como pontuou o ecônomo norte-americano Murray Rothbard, uma parcela dos representantes governamentais ao seu orientar por um víeis individualista e visar um retorno imediato de capital política, negligencia os direitos básicos como saúde e educação.

Por conseguinte, são necessárias medidas capazes de mitigar a violação desses direitos. Dessarte, a modo ué é preciso que o Estado leve educação principalmente para as comunidades mais carentes, palestras em escolas e instituições instruindo o uso correto de contraceptivos. O ministério da Saúde deve obter gratuidade para o método mais eficaz contraceptivo o implante, com mais de 99,7% de eficácia. Para finalidade de um país com mulheres decididas.