Gravidez na adolescência em evidência no Brasil
Enviada em 03/07/2024
Desde o período colonial, as mulheres indígenas e pretas são estimuladas a terem filhos para a procriação. Na contemporaneidade as jovens do país iniciam sua vida sexual de forma prococe muitas vezes engravidando na adolescência. Nesse viés, é necessário analisar a ineficiência da saúde pública e a falta de informação.
Em primeiro plano, é válido salientar sobre a ineficiência da saúde pública. De acordo com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania uma pesquisa analisa que todo mês são feitos em média 31,6 mil partos de mães até 19 anos. Essa realidade do país é recorrente, onde os adolescentes não tem acesso a unidades de saúde onde fornecem preservativos masculinos e femininos e consultas com médicos, para evitar a gravidez na adolescência.
Ademais, muitos dos jovens que iniciam sua vida sexual precoc não tem acesso ou interesse na informação sobre gestações na pré-juventude. De acordo com, a pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação cerca de 36 milhões de pessoas não acessaram a internet no Brasil em 2022. Contudo, é notório que o acesso a internet para alguns cidadãos ainda não é algo presente no dia a dia, o que intensifica a falta de informações para essas pessoas sobre a gravidez na adolescência.
Portanto, medidas são necessárias para resolver estes problemas. O Ministério da saúde, deve ampliar a quantidade de postos de saúde principalmente em locais de áreas rurais e periféricas onde as pessoas tem menos acesso,por meio de verbas destinadas as secretarias estaduais de saúde. A Agência Nacional de Energia Elétrica, deve também ampliar seus locais de instalações de redes de eletricidades, por meio de projetos de inclusão de áreas onde as pessoas não tem acesso a internet. Tudo isso a fim de todos terem acesso ao que tem de direito como energia e saúde, resolvendo problemas de desinformação e de ineficiência da saúde pública.