Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 21/04/2022
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU, garante a todos os indivíduos o direito à segurança. Contudo, apesar de o amparo normativo, há, no mundo hodierno, uma irrisória repulsão aos conflitos de potências mundiais, sendo, a mais recente, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, cujos impactos, atravessando o Atlântico, alcançam solo verde-amarelo.
Diante desse cenário, é lícito ressaltar a obra “Uma teoria da justiça”, de autoria do contratualista John Rawls, ao inferir que o Estado deve garantir os direitos imprescindíveis dos cidadãos, como a segurança e o bem-estar. No entanto, é evidente o rompimento desse contrato, quando se observa a ausência de atuação dele no que diz respeito ao investimento em meios produtivos diversos, nos quais a tecnologia seja protagonista, o que deturpa totalmente a Magna Carta, posto que, sem esses e por ser, o país, consoante a Embrapa, empresa brasileira de pesquisa agropecuária, majoritariamente agrário, os impactos na economia, providos do conflito à terra vizinha pelas tropas de Vladimir Putin, são eminentes, cada vez mais.
Além disso, alude-se ao pensamento do educador Paulo Freire, ao evidenciar que, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Sob essa perspectiva, percebe-se a importância do estímulo das escolas para a formação de seres íntegros e conscientes, haja vista que há muitos jovens que não conhecem quão frágeis é o modo de produção nacional, no qual, para a comercialização de tecnologias, fundamentais em um mundo globalizado, o Brasil assume uma característica de, unicamente, importador, e menos ainda conhecem os malefícios insuflados a essa conduta, a exemplo, dado à guerra, da míngua desses produtos. À vista disso, existe, no ambiente educacional, ainda na pedagogia freiriana, uma desvalorização no que tange à interpelação de quesitos de cunho social, em virtude da carência da Base Nacional Comum Curricular (a qual acoroçoa tão somente uma ‘’educação bancária’’, isto é, conteudista), engendrando