Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 25/03/2022
A príncipio as guerras foram utilizadas no passado como forma de resolver questões conflituosas de comunicação entre os líderes de cada Estado. Era a forma pela qual nenhum país se recusava “pular fase” para não comprometer a própria soberania, mas vale ressaltar que isso era em outros tempos. Hoje, as redes de comunicação são muito amplas, a sociedade evoluiu seus modos de pensar em termos pacíficos o que torna então, a atual “Guerra da Ucrânia x Russia” um dilema épico, com quebras dos atuais valores sobre o que é a vida acima das ambições.
Em primeira análise, a guerra tem gerado ao Brasil desgastes com relação a economia, pois desprovido de uma economia fechada como um dia já foi na época de Vargas, o país sofre consequentemente como resposta à sanções econômicas implantadas aos seus parceiros comerciais e pior, feitas entre eles mesmos. Como diria Isaac Newton em sua 3º Lei: “para toda ação, existe uma reação”, só que no caso do Brasil, as ações e reações internacionais lhe afetam sem que faça ou conceba nada. Eis o fardo brasileiro.
Em segunda análise, vemos que de ponto de vista social, discussões acerca do que está sendo visto tem colocado em pauta a falta de empatia que as verdadeiras vítimas desse embate sentem, citando, então, Erich Hartman que afirma: “A Guerra é um lugar onde jovens, que não se conhecem e não se odeiam, se matam, por decisões de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam.”, deixando claro que as pessoas anseiam que os seus líderes de Estado tenham longanimidade para resolver quaisquer pendências.
Por fim, além de que continuem pregando pelo bom senso e empatia, as mídias tem como por dever ridicularizar pensamentos que giram em torno de naturalização por parte da Guerra e mais ainda, com relação ao seu país, o Brasil, deve mostrar e denunciar o quanto está falho, com relação a forma pelo qual a política tem adotado, o modelo de enconomia, cujo os preços dos produtos são afetados pelo exterior e ainda geram perturbações na vida do trabalhador brasileiro que, obviamente, não tem nada a ver com a intriga de outros países. É preciso valorizar mais o que temos, porque também o somos, ou seja, temos de nos valorizar.