Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 18/05/2022

Na obra ‘‘o homem é o lobo dos homens’’ de Thomas More, o filósofo inglês afirma que os grandes inimigos dos seres humanos são eles próprios por serem naturalmente violentos. Ao longo da trama, o autor reafirma que o homem é capaz de colocar em risco a sua própria espécie por instintos de preservação e egoísmo. Fora da ficção, fica claro que a realidade apresentada na criação litéraria pode ser relacionada principalmente ao atual momento de tensão entre Ucrânia e Rússia, onde os dois países estão numa disputa territorial e política, causando impactos mundiais severos.

Em primeiro lugar, acerca da lógica do conflito territorialista e político entre Ucrânia e Rússia, é válido ressaltar os motivos que fizeram eclodir o choque entre as duas civilizações e entre eles podemos citar a reação russa à expansão da Organização do Tratado do Atântico Norte (OTAN) pelo leste europeu e o interesse ucraniano em entrar para a organização. Diante disso, torna-se perceptível que a afirmativa de More citada na produção robora com a situação atual, visto que os representantes políticos arriscam suas nações por ambições individualistas.

Desse modo, também é válido destacar que essa problemática acarreta diversas consequências mundiais: Aumento dos preços de produtos globais, tais como petróleo, gás natural, trigo e milho, desvalorização da moeda russa e centenas de mortes. Além disso, afetou bolsas de valores mundiais, prejudicando ainda mais a economia universal. Ademais, acredita-se que esse choque advém de fatores militares e de cunho politico-territorial.

Em virtude das consequências dos fatos mencionados, nota-se que o Estado precisa intervir, fazendo investimentos no setor tecnológico e com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) a União precisa captar recursos e modernizar suas refinarias de petróleo, além de passar a produzir os insumos agrícolas essenciais ao agronegócio brasileiro. Com isso, o Estado tornará sua indústria de combustíveis e alimentos menos sensível às oscilações do mercado externo, tornando o produto nacional economicamente acessível e garantindo o bem estar social do seu cidadão.