Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 19/04/2022
No dia 22 de fevereiro de 2022, o mundo parou diante dos ataques de tropas Russas na Ucrânia. Isso se tornou uma das questões mais discutidas da atual sociedade. Tendo em vista a relevância do assunto, convém aprofundar o debate, observando os seguintos pontos: quais as consequências dessa guerra para o Brasil e a nível global.
Nesse contexto, observa-se que a susposta negociação da Ucrânia para fazer parte da Otan influencia no revés. Há, exatamente, dois meses os meios midiáticos reportavam o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, a qual gerava angústia, dor e impotência nos telespectadores. Vale ressaltar que a guerra não traz nada de bom, somente retrocesso social e econômico, o Brasil já sente os impactos dessa guerra, visto que é um dos maiores importadores de fertilizantes disponibilizados pela Rússia. Não obstante, diante da guerra o presidente, russo Putin, diminuiu drasticamente a quantidade de exportação, isso irá encarecer a agricultura brasileira e todos os cidadães locais sentiram o peso amargo nos bolsos. Outros países já sentem os impactos negativos também, é o caso da Alemanha, França, e outros países europeus que dependem do gasoduto fornecido pela Rússia, a nível global a inflação permeia e os países se protegem fechando a economia.
Diante desse cenário, cabe pontuar a omissão dos países integrantes da Otan, uma vez que a Rússia ameaça fazer o uso de armas nucleares caso haja interfêrencia. Para tanto, é oportuno rememorar os estudos de Thomas Hobbes a partir dos quais o filósofo inglês afirma que é dever do Estado dispor de meios, que auxiliam o progresso de toda coletividade. Tal concepção, todavia, não se aplica a conjuntura hodierna, pois os governantes não estão interessados na humanidade, já que toda guerra se resume à disputa pelo poder.
Por conseguinte, diante do exposto, a fim de eliminar as guerras que só trazem consenquências negativas a nível local e global é necessária a tomada de consciência humana por parte dos governantes e se colocarem diante das vidas ceifadas na guerra. Assim, será possível caminhar em direção a uma humanidade que respeita os princípios universais dos direitos humanos.