Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 11/05/2022
“Quando os ricos fazem guerra, são sempre os pobres que morrem.” disse o filósofo francês Jean-Paul Sartre, introduzindo a ideia de que a guerra causa conflitos não só políticos, mas também sociais. A guerra é um problema que vem acontecendo desde que os seres humanos convivem em sociedade. Há várias teorias sobre o motivo pelo qual as pessoas continuam fazendo guerra após séculos de consequências vísiveis, porém, é fato que já estão se dando conta da gravidade, como é perceptível no conflito atual entre Rússia e Ucrânia.
A mídia atual já não trata a guerra como algo normal. A população já não aceita mais que políticos coloquem em guerra sua pátria. Os países vizinhos se solidarizam com a situação daqueles em sofrimento e fazem o que está em alcance para ajudar. O sofrimento dos envolvidos não é segredo, sendo exposto por vários meios de comunicação mundialmente. Bombas, inocentes mortos, famílias separadas, caos e destruição, tudo por um único propósito: poder. Tropas russas fecham fronteiras e saem do mercado externo, afetando, assim, o âmbito econômico não só da Ucrânia, mas do mundo todo e até decaindo a economia do próprio país. A Rússia é um dos maiores produtores e exportadores de petróleo do mundo e uma guerra diminui exponencialmente essa atividade econômica, deixando o país em baixa tendo em vista que no período pós-pandemia a demanda por combustível aumentou. O Brasil também foi afetado com o aumento da inflação, causando a diminuição do consumo interno, ou seja, o PIB brasileiro crescerá apenas 0,3%, muito menos do que o previsto pelos economistas.
Com base em todas as consequências geradas, para diminuir os impactos na economia do Brasil, é de suma importância o investimento na insústria agrícola, colocando máquinas modernas que não utilizem grandes quantias de combustível, evitando que a crise desestabilize o mercado brasileiro. O consumo interno deve ser o foco no momento, para que, com o aumento do poder de aquisição, seja possível manter os cidadãos com qualidade de vida e iniciar um processo de maior independência econômica.