Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 06/06/2022

Observando os ceminários da guerra que acontece da invasão da Ucrânia pela Rússia, torna-se impossível não relembrar os anos de Guerra Fria e os impactos gerados pela crise dos mísseis, em 1962. Pode trazer grandes impactos econômicos. Nesse contexto, o Brasil e muitos outros Países sofrerá diversos impactos, pois industrialmente ainda depende de outros blocos econômicos.

A ausência no mercado dos cereais russos, por causa das sanções e do embargo econômico, e ucranianos, em decorrência da guerra, bem como do petróleo e dos fertilizantes com que a Rússia supre parte do mundo, entre outros produtos, acelerou a escalada da inflação, com os conhecidos efeitos deletérios.

Os conflitos entre os dois países tiveram início em 2014, quando o governo russo reivindicava a anexação da Península da Criméia, então território ucraniano. Apesar da identificação étnica da região com a Rússia, o governo de Kiev não reconheceu o referendo em que a população escolheu pela anexação do local ao território russo.

Já em 2022, a Rússia cobra que a Ucrânia reconheça a autonomia das regiões de Luhansk e Donetsk, que estão no leste do país e reivindicam sua independência. E mais do que isso, o governo russo não admite a ocidentalização da Ucrânia com sua possível entrada para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e para a União Europeia (UE).

Portanto, diante do exposto, fica claro que o Estado tem de intervir subsidiando maiores investimentos em tecnologia. Assim, por intermédio do MCT, a União precisa captar recursos e modernizar suas refinarias de petróleo, além de passar a produzir os insumos agrícolas essenciais ao agronegócio brasileiro. Com isso, o Estado tornará sua indústria de combustíveis e alimentos menos sensível às oscilações do mercado externo, tornando o produto nacional economicamente acessível e garantindo o bem estar social do seu cidadão.