Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 22/08/2022

No livro “O cidadão De Papel”, do jornalista Gilberto Dimenstein, a denúncia da ineficácia de diversos mecanismos legais é feita, evidenciando uma cidadania aparente - metáfora utilizada pelo autor. Nesse sentido, pode-se relacionar tal premissa ao que ocorre no Brasil, por exemplo,o impacto causado no mundo pelo conflito entre Rússia e Ucrânia. Isso é causado pelo descaso governamental e pela irracionalidade, fatos que perpetuam esse problema.

A princípio, é cabível pontuar que, para Hannah Arendt, “A Essência Dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos” Isso,infelizmente,não acontece na prática, pois percebe-se que o descaso governamental são evidenciadas como em o impacto causado no mundo pelo conflito entre Rússia e Ucrânia. Então,observa-se que pessoas marginalizadas sem seus direitos políticos e culturais, são afetadas. Consequentemente, muitos indivíduos sofrem com fome e doença e têm o direito a saúde, moradia e alimentação negligenciados. Consequentemente, esse conflito além de está atacando a economia de uma forma globalizada, acabou afetando a saúde, moradia e alimentação dos moradores ucranianos pois acabaram perdendo suas casas e pouca alimentação e medicamentos chegam até eles, já que a forma de acesso é inviável.

Além disso, conforme o conceito de “Banalidade Do Mal”, trazido pela filósofa Hannah Arendt, quando uma atitude hostil ocorre constantemente, a sociedade passa a vê-la como banal. Desse modo, isso evidencia a irracionalidade em relação á esse conflito está afetando a vida de muitas famílias, configurando a trivialização da maldade que, para Arendt, ocorre quando há falta de reflexão sobre os males ao redor dos indivíduos. Nesse viés, percebe-se que a população normalizou essa “guerra”. Como consequência, um ato tão importante não acontece e muitas pessoas sofrem.

Urge, que o governo federal, juntamente com a mídia realizem postagem de arrecadação para essas famílias. Aportando, também cabe aos países em geral propor um acordo de posse de terra para amenizar está situação, com o fito de democratizar o acesso á informação de refutar a “Cidadania Aparente” abordada por Dimenstein.