Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 11/10/2022
Envolvidas em aflições desde, pelo menos, 2014, as ex-repúblicas soviéticas Rússia e Ucrânia estão em guerra desde o dia 24 de fevereiro deste ano, quando tropas russas invadiram o território ucraniano. E as consequências econômicas do conflito já começam a aparecer em vários países do mundo, inclusive no Brasil.
Primeiramente, devemos entender o que levou os dois paises a entrarem em conflito. Os combates entre os dois países ocorrem desde 2014, quando o governo russo exigia a anexação da Península da Criméia, então território ucraniano. A despeito de identificação étnica da região com a Rússia, o governo de Kiev não reconheceu o referendo em que a população escolheu pela agregação da área, ao território russo. Já em 2022, a Rússia exige que a Ucrânia constate a autonomia das regiões de Luhansk e Donetsk, que estão no leste do país e reclamam sua independência. E não obstate, o governo russo não admite a ocidentalização da Ucrânia com sua possível entrada para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e para a União Europeia (UE).
Ademais, a uma possível elevação dos juros, tanto na área alimenticia, quanto na área de combustíveis. A Rússia é a maior fornecedora de fertilizantes para o Brasil. Segundo o Indicador de Comércio Exterior (Icomex). O país importou dos russos 23,3% de todos os fertilizantes comprados em 2021. Mas em acordos com ambos os presidentes, Vladimir Putin(Rússia) e (Jair Bolsonaro), o presidente da Russia garante que não haverão cortes para exportação ao Brasil, e como são parceiros êconomicos, dificilmente haverá alta inflação sobre os fertilizantes.
Em suma, por conta do Governo Federal, ter se mantido neutro em relação a guerra, ambos países envolvidos, não cortaram nenhum tipo de relação êconomica com o Brasil. Mas a guerra não gira em torno apenas do Brasil e os principais atuantes na mesma. A alta de no preço dos combustíves é um exemplo, mas com o passar do tempo percebemos uma diminuição com mais acordos entre o Governo Federal e as petroliferas brasileiras, o que por um lado é bom, mas temos de levar em conta de que os preços foram caindo ao longo da vespera das eleições, o que pode muito bem, ser uma estratégia política a fim de ganhar votos.