Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo
Enviada em 10/10/2022
Em um de seus poemas, Carlos Drummond de Andrade cita: “Tinha uma pedra no meio do caminho”, metaforizando os desafios que impedem o pleno desenvolvimento do bem-estar social. Correlativamente, no Brasil hodierno, o conflito entre Rússia e Ucrânia configura-se como obstáculo na conquista legítima do bem comum, uma vez que esse descuido acarreta alta nos preços do mercado brasileiro. A partir disso, é válido inferir que a lenta mudança de mentalidade da população, bem como a omissão governamental, estão entre as principais premissas agravantes desse quadr.
Nesse sentido, é válido observar que a sociedade, no geral, acredita que muitos conflitos externos não interferem no país que reside. Sob essa ótica, cabe resgatar o “Princípio da Corresponsabilidade Inevitável”, do psquiatra Augusto Cury, o qual revela que toda ação individual gera um impacto coletivo. Ou seja, a guerra entre duas nações espalha consequências econômicas para todo o globo, influenciados pela globalização. Assim sendo, precisa-se mitigar essa mazela em função desse incômodo.
Outrossim, as autoridades públicas não têm dado a devida importância para esse assunto, visto que há escassas tentativas, por parte desse órgão, de propugnar os direitos civis. Nessa perspectiva, de acordo com o filósofo Rousseau, o Contrato Social estabelecido entre instituições públicas e privadas requer participação de ambos no combate a obstáculos sociais. Devido ao problema, as empresas, em parceria com o Estado, deve propor incentivos de consumo por toda nação, com o fito de aumentar o poder de compra dos citadinos e sentir menores impactos gerados pelo conflito.
Torna-se improtelável, portanto, desconstruir problemas e propor medidas solutivas. Em vista disso, cabe ao Governo Federal, por meio do Congresso Nacional - instituição de poder máximo estatal -, em parceria com o Ministério da Economia, propor apoio às pequenas empresas, garantindo que se mantenha. As ações supraditas têm o fito de assegurar os empreendimentos e compradores interno, fortalecendo a economia brasileira. Somente assim, será possível retirar a “pedra do caminho” citada por Drummond.