Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 11/10/2022

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), todos os membros devem evitar em suas relações internacionais, a ameaça contra a integridade territorial, induzindo a uma proibição extensiva ao recurso à guerra. Entretanto, é fato que tal situação pode ser relacionada ao mundo contemporâneo, visto o contexto de disputas entre as nações europeias, devido principalmente a raízes históricas, ocasionando consequências, sobretudo, nos meios de comunicação dos países.

Em primeira analise, é importante ressaltar que as características de um determinado espaço geográfico dependem da cultura e formas de pensamento de sua própria sociedade. Visto isso, é válido observar a perspectiva da historiadora Emília Viotti quando menciona que um povo sem memória é um povo sem história, e por isso, está fadado a cometer, no presente e no futuro, erros. Nesse sentido, ao não compreender as falhas enraizadas nos períodos vividos, possibilita a reprodução das mesmas situações, expondo as sociedades alheias a interferências em diversos âmbitos.

Por conseguinte, os meios de comunicações correspondem a um quesito essencial para a transmissão de informações e manutenção da conexão social. Dessa forma, é válido analisar que, em um período de guerras, tais meios funcionam também como instrumentos armamentistas, uma vez que, além do controle de informações, atingindo diversos indivíduos no globo, há a ampliação dos ataques cibernéticos. Visto isso, em uma visão nacional, é necessário mencionar o relatório realizado pela empresa Microsoft quando expõe, no período atual, que o Brasil - e outros 41 países -, através de hackers russos, foi alvo de ataques cibernéticos, afetando a segurança nacional.

Portanto, é mister que medidas sejam tomadas para amenizar o impasse atual. Logo, cabe ao Ministério das Comunicações, em parceria com o Governo Federal - conjunto máximo dos três poderes do país -, a contratação em escala maior de profissionais especializados em segurança cibernética, por meio de verbas disponibilizadas pelo governo do país, a fim de proporcionar a proteção das informações e funções digitais, garantindo segurança a população.