Guerra entre Rússia e Ucrânia: impactos do conflito no Brasil e no mundo

Enviada em 11/10/2022

A Organização das Nações Unidas (ONU) defende que todo ser humano tem direito à vida, à saúde, à educação e entre outros. Entretanto, esta não é a realidade do mundo atual, visto que os impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia têm se alastrado por todo o globo terrestre, inclusive no Brasil. Isso ocorre, em geral, em virtude da negligência estatal, mas também da globalização.

Primordialmente, é necessário destacar a carência de medidas públicas a fim de proteger o país de possíveis crises econômicas e sanitárias suscitadas por conflitos entre outros países. À vista disso, as ideias de J. Locke sobre o conceito de “contrato social” são violadas. Uma vez que, o Estado não cumpre com o seu dever de assistir a população de acordo com a sua constituição, e ainda com o previsto pela ONU, em especial, no que se refere ao desenvolvimento tecnológico e educacional de sua sociedade. Assim, dificultando cada vez mais o cotidiano da nação verde-amarela.

Além disso, deve-se ressaltar outro fator potencializador desta problemática, a globalização, na medida que esse fenômeno visa a integração mundial política, econômica e cultural, através da comunicação e da tecnologia de transporte. Contudo, essa interdependência entre os países do globo, nem sempre é favorável para a sociedade. De forma que, se torna possível prejudicar aqueles Estados que são dependentes dos meios produtores de outros, além de elementos que moldam a economia do mundo, como o petróleo, o qual pode gerar uma relação dominó, tendo em vista que, com o valor desse bem sendo alterado, outros fatores cruciais para o desenvolvimento das nações, por exemplo, a alta da inflação, distúrbios cambiais também são afetados negativamente. Nesse sentido, é preciso urgentemente descontinuar as circunstâncias vividas.

Portanto, é indispensável que medidas sejam tomadas para amenizar esse cenário. Urge que o Governo Federal, aplique políticas públicas no cotidiano brasileiro, por meio do desenvolvimento tecnológico e científico do país, a fim de desassociar a dependência econômica e social decorrente da globalização, o que pode ser aplicado em outras nações. Sendo assim capaz de consolidar os direitos propostos pela ONU, e ainda os ideais do “contrato social” de Locke.