Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 09/05/2020

No filme “Capitão Fantástico” é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter mais oportunidade de emprego. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que tem ter mais acesso ao emprego.

É notório que, não precisamos olhar muito para o passado para perceber como o mercado de trabalho mudou. Há poucos anos a pessoa que tinha uma graduação encontrava inúmeras oportunidades de trabalho. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.” Contudo, hoje, ser graduado é básico e para se tornar competitivo é necessário ter um diferencial.

Entretanto, a Constituição Federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, o século XIX foi palco de uma série de transformações que mudaram para sempre a forma do ser humano se relacionar com o trabalho. Com as máquinas a vapor e a produção em série da Primeira Revolução Industrial surgiram uma variedade de profissionais e profissões que até então não existiam, além de oportunidades e desafios voltados à mão de obra para operação de equipamentos e manutenção. Contudo, tudo isso significa que nós, seremos humanos, precisaremos aprender constantemente, e não apenas durante uma graduação para seguir em determinada carreira.

Portanto, tudo isso significa que nós, seremos humanos, precisaremos aprender constantemente. Logo, é necessário que o Poder Legislativo, por meio de uma lei a fim que cidadãos comecem a ter mais emprego, aumentando assim a economia brasileira. Desse modo, a problemática  poderá das habilidades e competências para as profissões do futuro ser absoluta na sociedade brasileira.