Habilidades e competências para as profissões do futuro
Enviada em 13/05/2020
A globalização está demandando a mudança de vários paradigmas, o que inclui os empregos formais. Ao longo dos anos, as atividades manuais perderam espaço para a tecnologia e, em consequência, houve o surgimento de diversas ocupações. Dessa forma, é necessário que o profissional hodierno busque atualização frequente para entrar ou permanecer no mercado de trabalho.
De um lado, o desenvolvimento tecnológico abrupto ocasionou a extinção de diversas profissões, como datilógrafo, telefonista e leiteiro. Assim sendo, muitas pessoas perderam o ofício e o reflexo está na taxa de desemprego de 11,2%, em janeiro de 2020, no Brasil, segundo o site G1 e atinge 11,9 milhões de pessoas. À vista disso, muitos adultos possuem dificuldade de recolocação na atividade formal, pois as exigências curriculares mudaram, de maneira a reivindicar competências que não foram lecionadas à época da formação discente dos operários.
Por outro lado, a solução está no aperfeiçoamento permanente dos colaboradores. Para essa finalidade, o Governo Federal obriga-se a injetar mais dinheiro no Ministério da Educação, com o fim de geração, pelo referido ente público, de cursos técnicos e fornecimento aos desempregados que possuam necessidade de reciclagem. Desse modo, o índice de ociosidade diminuirá e esses empregados terão maior probabilidade de reinserção no mercado laborativo. É preciso levar em consideração que mais profissões desaparecerão e outras sucederão, todavia, a qualificação constante é o melhor modo de prevenção para essa questão social, econômica e trabalhista.
Portanto, a única certeza é a mudança nas exigências ocupacionais, porém as autoridades públicas devem compreender esse problema, de modo a proporcionar educação técnica aos cidadãos brasileiros, com o propósito de conceber oportunidades de trabalho para todos e, como resultado, reduzir a desocupação no país.