Habilidades e competências para as profissões do futuro

Enviada em 17/05/2020

É fato de que após a revolução industrial com a chegada das máquinas a vapor, trouxe consigo inúmeras oportunidades de trabalho. Todavia

também nasceram dúvidas a cerca de tantas opções. De acordo com o jornal Estadão, 54% dos alunos concluintes ainda não decidiram qual carreira seguir. Isto é, embora haja diversas opções, os alunos ainda se sentem perdidos na hora da escolha.

Por outro lado, há sempre a boa e velha escolha como: Medicina, direito e engenharia. Visto que, de acordo com o estudo OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico -, um a cada três jovens pretendem seguir essas profissões. E isso não é surpresa já que, tão poucas são as famílias que discutem sobre outras profissões frente à jovens que crescem com escassos espelhos familiares acerca do assunto, criando, assim, um ciclo vicioso de pessoas que não se encontraram nessas carreiras.

Em contra proposta, não é só a baixa disseminação sociocultural que afeta o impacto nas escolhas, o século XXI chegou para mudar o mundo de tal maneira que o psicológico aberta a críticas externas acerca da carreira é algo a se considerar. Profissões que, se desconhecidas, se tornam ilegíveis na decisão frente a preconceitos. Como diria grandes sábios ‘‘ser palhaço é profissão, besta é quem ri’’.

Logo, tanto a pouca disseminação sociocultural, quanto o preconceito são barreiras que as sementes da economia do país, enfrentam para um dia se tornarem grandes pinheiros e darem frutos educacionais aos que ainda virão. Portanto, deve se formular projetos por meio de instituições educacionais para a inserção dessas profissões tão pouco conhecidas na vida dos pais e alunos, e assim, dar o primeiro passo para o estudante ao menos conhecer tal.